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Cooperada da Unimed Santos alerta sobre efeitos da Covid-19 em crianças

Problemas emocionais são uma das consequências

07/01/2021 11:18 | Última Atualização 07/01/2021 11:18

​Médicos europeus e da América do Norte estão identificando crianças com quadros graves durante a infecção pelo novo coronavírus e, principalmente, após algumas semanas da doença. 

O alerta é feito pela médica Maria Heloiza Torres Ventura, coordenadora da Pediatria do Pronto Atendimento Unimed Santos. Vários pontos que devem ser considerados estão no artigo que a cooperada escreveu e que servem como aviso para pais e profissionais da área. Leia na íntegra abaixo: 
 
“A infecção pelo novo coronavírus na infância tem se mostrado menos agressiva nos bebês e nas crianças. As crianças podem ter quadros de febre, tosse, coriza, dor de garganta, perda do apetite, dor abdominal e diarreia, mas em geral, os sintomas têm curta duração e o tratamento deve ser apenas sintomático. 
 
No entanto, médicos europeus e da América do Norte estão identificando crianças com quadros graves, durante a infecção pelo novo coronavírus e, principalmente, após algumas semanas da doença. 
 
Esses registros acenderam um sinal de alerta para os pediatras. Desde abril de 2020, temos relatos de crianças com quadros inflamatórios graves, semelhantes a uma doença autoimune rara, mas já conhecida, a Doença de Kawasaki, uma vasculite sistêmica que pode ocasionar lesões cardíacas como aneurismas de coronárias. 
As crianças que apresentam quadros de febre persistente e sinais de gravidade devem ser avaliadas pelo pediatra. Merecem atenção especial aquelas que apresentam comorbidades, como asma, diabetes tipo 1 e outras doenças autoimunes, pois pertencem a um grupo com maior risco de complicações. 
 
A Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), potencialmente associada ao coronavírus, é uma doença nova, que pode acometer crianças previamente saudáveis, e que pode aparecer durante ou após algumas semanas da infecção pela Covid-19. Diferentemente da Doença de Kawasaki, que acomete principalmente pacientes menores de cinco anos de idade, a SIM-P parece ser mais comum nas crianças maiores, com uma idade média de dez anos de idade. 
 
A presença de febre alta e persistente, lesões avermelhadas na pele, fissuras na boca, língua em framboesa, inchaço nas mãos e pés, além da vermelhidão nos olhos são bastante sugestivos para o diagnóstico da SIM-P, além da dor 
abdominal, vômitos e diarreia. Pode ocorrer comprometimento vascular em até 80% dos casos e outros órgãos como rins, cérebro e pulmões podem ser afetados. 
O diagnóstico deve ser precoce e o tratamento é realizado com gamaglobulina endovenosa, anticoagulantes e anti-inflamatórios iniciados no hospital, e acompanhamento de uma equipe multidisciplinar é fundamental. Por ser a SIM-P uma doença nova, são necessários mais estudos para descobrir as causas, instituir protocolos de diagnóstico e tratamentos, e acompanhar a possibilidade de sequelas futuras. 
 
CUIDADOS 
Por tudo isso, devemos proteger nossas crianças do contágio da Covid-19 com o uso de máscaras nas maiores, higienização frequente das mãos e evitando aglomerações. Essas são as únicas armas para defender nossas crianças enquanto não temos vacinas disponíveis. 
 
É importante também manter nutrição adequada, que tem papel fundamental na imunidade da criança. A higiene nasal e a hidratação também devem sempre ser estimuladas, assim como o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida. 
Manter a carteira de vacinação do seu filho em dia é fundamental, pois várias doenças graves na infância, como o sarampo e influenza, tiveram uma baixa cobertura vacinal nos últimos anos e podem ter quadros clínicos muito semelhantes à infecção pela Covid-19 e à SIMP. 
 
Vale também alertar que os pediatras têm observado, cada vez mais, quadros de ansiedade e alterações no humor nas crianças e adolescentes, desde que começou a pandemia. O aumento do tempo nos celulares e tablets também é preocupante e os pais devem estimular atividades em família e tranquilizar as crianças. É um ótimo momento para ensinar sobre esperança e empatia para os pequenos. 
 
EMOCIONAL 
A falta da escola, da presença dos amigos, o afastamento dos avós e a perda dos familiares estão sendo muito prejudiciais para o equilíbrio emocional das nossas crianças. 
 
Além disso, os casos de obesidade, erros nutricionais, sedentarismo e deficiência de alguns nutrientes, como a vitamina D, tão importante na imunidade e na saúde óssea de nossas crianças, também aumentaram muito e devem merecer atenção.” 
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