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Cooperado da Unimed Santos alerta sobre suicídio

Psiquiatra aborda o tema no mês do Setembro Amarelo

10/09/2020 12:16 | Última Atualização 10/09/2020 12:16

​Há sete anos, o psiquiatra Miguel Ximenes de Rezende, médico cooperado da Unimed Santos, dedica-se a estudar e alertar sobre suicídio. Em setembro, mês dedicado a campanhas de conscientização e prevenção, Ximenes fala de maneira clara sobre o tema e orienta: é preciso saber perceber e escutar a dor do outro. Confira o artigo abaixo. 

“Você sabia que só este ano já ocorreram 107 suicídios em Santos? Que a cada 45 segundos alguém no mundo tira a sua vida? Que 34 pessoas tiram sua vida, por dia, a cada um milhão de brasileiros? Que mais do que o dobro de casos de suicídio ocorrem, em relação ao número oficial, e são dados como acidentes?
 
Setembro Amarelo, mês da prevenção ao suicídio. Estejamos atentos às pessoas que pedem socorro, e não enxergamos por estarmos preocupados com nossos umbigos.
 
A taxa de suicídio em idosos aumentou em 40%, nos últimos 10 anos. A maioria morava só e recebia visita dos familiares até uma vez por mês.
 
Vemos pais preocupados com o seu trabalho, finanças, com atividades sociais, enquanto o filho está no quarto trancado, diante do computador, em jogos alienantes.
 
Já perceberam a quantidade de adolescentes que mal articulam palavras ou escrevem usando abreviaturas esquisitíssimas? E os jovens que, isolados, em sofrimento buscam “ajuda” fora de casa, ou desenvolvem ideação suicida, sem que os pais observem que o filho precisava de auxílio médico? 
 
Entre adultos jovens, o mercado de trabalho insano, a competição desleal, deixam a pessoa desolada, trabalhando mais, sem lazer, ganhando cada vez menos. A vida naufraga, e com ela a vida afetiva.
 
Há quem considere a depressão coisa de fraco, que é preciso ânimo para lutar, levantar a cabeça e caminhar com fé. Todos têm solução pronta para o problema do outro, sem saber o que verdadeiramente se passa.
 
Que tal começar a escutar quem está próximo? Atentem para as dicas a seguir:
  1. Transtornos mentais - Praticamente 100% dos suicidas tinham alguma doença mental.   Pessoas com depressão, transtorno bipolar, transtorno relacionado ao uso de drogas licitas ou ilícitas, esquizofrenia e transtorno de personalidade fazem parte do grupo de risco.
  2. Histórico pessoal - Uma tentativa de suicídio é fator de risco para nova tentativa, com cinco a seis vezes mais chances. 
  3. Ideação suicida - Pensamentos atuais de suicídio, planos e ou meios para se matar são considerados ideação suicida. Atenção às manifestações de desespero e desesperança: “Eu desejaria não ter nascido”, “Caso não veja você de novo”, “Preferia estar morto”.
  4. Fatores estressores crônicos e recentes – Situações de estresse podem desencadear pensamentos suicidas.  Por exemplo, separação conjugal, migração ou perda de pessoa próxima. E situações socialmente adversas: prisão, traição conjugal e perda de emprego.
  5. Organizar detalhes e fazer despedidas - Observar a preparação para o suicídio: mensagem de despedida, cartaz, testamento, doação de posses, acúmulo de comprimidos, ligações incomuns a parentes ou amigos, como se não fosse mais vê-los.  
  6. Meios acessíveis para suicidar-se - Em geral, as pessoas se suicidam usando meios de mais fácil acesso. Muitas vezes, os adquire e esconde. 
  7. Impulsividade - O impulso para cometer suicídio é transitório, dura alguns minutos ou horas, principalmente se associado a desesperança e abuso de substâncias.
  8. Eventos adversos na infância e na adolescência - Maus tratos e abuso físico, sexual ou psicólogo na infância, pais divorciados e transtornos psiquiátricos familiares podem aumentar o risco. Também: abuso ou dependência de substâncias, pobre desempenho escolar, incerteza na orientação sexual e falta de apoio social.
  9. Motivos aparentes ou ocultos – A morte é desejada para acabar com a dor, a infelicidade, e encontrar descanso. Pouca resiliência, baixo limiar de frustação e perfeccionismo.
  10. Presença de outras doenças – Atenção às pessoas com doenças terminais, neurológicas, neoplasias e condições clínicas crônicas.
Os quadros psiquiátricos mais graves são mais fáceis de serem observados. Encaminhe a pessoa para tratamento. No Setembro Amarelo, leve a prevenção adiante”.
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