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Médica da Unimed Franca fala sobre câncer de pele

Doença silenciosa e grave pode ser evitada

21/12/2020 11:51 | Última Atualização 21/12/2020 12:54

​​O câncer de pele não é o mais comum no Brasil, mas já representa cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no País, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA). A estimativa do Instituto é que mais de 185 mil novos casos de câncer de pele sejam apontados entre 2020 e 2022, tanto em homens quanto em mulheres. 

Por isso, falar sobre este assunto é tão importante e necessário, principalmente com a chegada do verão, no dia 21 de dezembro, e de dias mais quentes. E é nesse momento que surge a campanha Dezembro Laranja, um lembrete de que a prevenção e o cuidado com a pele ainda é o melhor remédio contra a doença. 
 
“O câncer de pele se desenvolve pelo crescimento anormal e descontrolado de células da pele atípicas e alteradas. É o tipo de câncer mais comum do ser humano, sendo responsável por aproximadamente 1/3 de todos os casos de câncer no mundo. Mas, apesar disso, possui elevada chance de cura, principalmente se diagnosticado precocemente”, explica a médica dermatologista da Unimed Franca, Dra. Andrezza Camarinha Napolitano Barcelos. 
 
Ainda de acordo com a médica, os cânceres de pele são divididos em dois grandes grupos: melanoma e não melanoma. Porém, eles podem surgir em qualquer célula que compõe a pele e, por isso, existem diversos tipos. “O melanoma é o tipo mais agressivo de câncer de pele. Ele se desenvolve a partir de melanócitos alterados e tem alta capacidade de causar metástases, que é quando as células cancerígenas se espalham para outros órgãos. Quando o diagnóstico é precoce, sem que haja invasão das camadas mais profundas da pele, ele pode ser curado. Já os cânceres de pele “não melanoma” mais comuns são o carcinoma espinocelular e o carcinoma basocelular. Esses tumores tendem a ter um crescimento mais lento, podendo ter agressividade local, mas menor probabilidade de metástases do que os melanomas, embora em alguns casos também possam ser fatais”, destaca. 
 
Vários fatores podem causar o surgimento de câncer de pele, como características específicas da pele, histórico pessoal e familiar, baixa imunidade, entre outros. “Mas o principal fator de risco para câncer de pele é a exposição solar crônica, pela exposição à radiação ultravioleta (UV)”, esclarece a Dra. Andrezza. Segundo ela, como a exposição solar tem efeito cumulativo na pele, o câncer de pele tende a ser mais comum em indivíduos mais idosos, mas a exposição solar aguda, com queimaduras, principalmente na infância, aumenta o risco de desenvolvimento de câncer de pele. 
 
“Pessoas de pele clara têm risco aumentado por serem mais suscetíveis aos efeitos deletérios da radiação UV, mas o câncer de pele pode ocorrer em todos os tons de pele”, lembra. “Algumas doenças e síndromes também podem aumentar o risco de desenvolver câncer de pele e a presença de múltiplas pintas irregulares aumenta o risco de melanomas”. 
 
A médica explica ainda que a maioria das lesões de câncer de pele tendem a ser assintomáticas, mas pode haver prurido (coceira), sensação de queimação ou dor. “O ideal é fazer avaliação dermatológica pelo menos uma vez ao ano, principalmente para pessoas com alto risco. Mas sempre que notar alguma lesão de crescimento progressivo, alguma ferida que não cicatriza ou sangra com frequência, ou pintas com aspecto irregular, deve-se procurar um médico”. 
 
Na consulta médica, o dermatologista irá avaliar o aspecto clínico da lesão e sempre que possível complementará com a avaliação dermatoscópica com uma espécie de lente de aumento especial que permite avaliar de maneira mais detalhada as características das lesões suspeitas. “Algumas lesões são clinicamente bem sugestivas, e quando pequenas já podem ser retiradas cirurgicamente e enviadas para exame anatomopatológico. Mas aquelas maiores ou que deixam dúvida diagnóstica devem ser biopsiadas”, comenta. 
 
Para avaliar a irregularidade das pintas, uma boa regra é a do ABCDE: A = Assimetria (pintas benignas tendem a ser simétricas e, malignas, assimétricas), B = Bordas (benignas são regulares e malignas irregulares), C = Cor (benignas possuem cores únicas e/ou homogêneas e as malignas possuem várias cores e distribuição irregular do pigmento), D = Diâmetro (benignas normalmente possuem menos de 6 cm, embora lesões maiores mas com cores regulares, homogêneas e simétricas possam ser benignas) e E = Evolução (pintas que “mudam” de cor, de tamanho, de formato chamam a atenção e merecem avaliação). 
 
Dra. Andrezza explica que o melhor tratamento para câncer de pele é a cirurgia, com retirada completa da lesão. Porém, em casos em que uma cirurgia não possa ser realizada pode ser indicado radioterapia, curetagem com eletrocoagulação, crioterapia (tratamento pelo frio com congelamento da lesão) e tratamento com alguns cremes com efeito antineoplásico. “A quimioterapia é menos utilizada. Mais recentemente a imunoterapia, com uso de drogas que atuam no sistema imunológico, foi introduzida no tratamento de melanomas metastáticos. Mas o melhor e mais efetivo tratamento é o diagnóstico precoce para retirada cirúrgica da lesão”. 
 
Claro que, a forma mais eficaz de evitar complicações de pele, incluindo o câncer, é a prevenção. “Ter bom senso na exposição aos raios UV é a melhor opção para prevenir o câncer de pele”, destaca a médica. Para ela, o sol essencial, principalmente porque a radiação ultra violeta é a responsável pela produção de vitamina D, muito importante para a saúde óssea e para o metabolismo de vários órgãos. Além disso, a exposição solar pode ter efeito antidepressivo pela liberação de endorfinas e por sua ação no metabolismo da melatonina e serotonina, e ajudar na prevenção de eventos cardiovasculares possivelmente pela liberação de óxido nítrico. “Porém, existem horários específicos e mais seguros para se tomar sol e devemos evitar a exposição, principalmente, entre as 10h e 14h, e por períodos prolongados. Além disso, o uso de filtro solar com fator de proteção igual ou superior a 30 é essencial em todos os momentos”, conclui. 
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