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Médico da Unimed Franca fala sobre a importância do sono

Dr. destaca que mulheres são as mais afetadas pela insônia

10/03/2021 10:09 | Última Atualização 10/03/2021 10:09

​Você tem acordado cansado, irritado, com sintomas depressivos ou ansioso? Se respondeu “sim” para alguma dessas opções, pode ser que suas noites de sono não estão sendo adequadas. Acha que isso é algo improvável? Pois saiba que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os distúrbios do sono afetam 40% da população brasileira. 

De acordo com o médico neurologista da Unimed Franca, Dr. Alexandre H. Martori, especialista em medicina do sono, as consequências de não dormir bem são várias. “Podemos começar a apresentar sintomas cognitivos, como perda de memória e fadiga; e alterações de humor, como irritabilidade, depressão e ansiedade. Redução de desempenho e alterações de concentração também podem acontecer. Existem situações de risco de acidentes de trabalho, domésticos e, inclusive, de trânsito relacionados à sonolência diurna excessiva e desatenção como consequências de um sono não restaurador”, destaca. 
 
Mas, afinal, qual a importância do sono para a saúde? Dr. Martori explica que o sono conserva energia e é importante para estarmos bem e conseguirmos desempenhar funções com maior qualidade no dia seguinte. Essa ação é conhecida como “sono restaurador”. “Dormir bem é importante na consolidação de nossas memórias e no aprendizado, nosso sistema imunológico funciona melhor quando temos uma boa qualidade de sono, nosso humor fica preservado quando dormimos bem e ficamos menos vulneráveis às alterações que podem acontecer, como depressão e ansiedade. Em suma, sono perdido causa prejuízo funcional no indivíduo”. 
 
Para dormir bem, existem as chamadas medidas de higiene do sono que são fundamentais para ter um sono de boa qualidade. De acordo com Dr. Martori, são medidas simples, mas que, na prática, nem sempre são fáceis de serem adotadas. “É preciso restringir o tempo de sono com horários regulares para deitar e levantar, mesmo nos finais de semana. Evitar ir para a cama tentar dormir sem estar com sono. Usar a cama apenas para dormir e para atividade sexual, evitando outras ações. Também é importante evitar exercícios físicos extenuantes e exposição a celulares, tablets e computadores, cerca de 3h antes de deitar, além de não fumar ou ingerir bebidas alcoólicas. Outro ponto que merece atenção é o ambiente de dormir, que deve ser aconchegante, com pouca luminosidade, pouco barulho, temperatura adequada e tamanho da cama compatível com o tamanho da pessoa”, esclarece. 
 
Vale lembrar que o sono é um estado natural e periódico do organismo, no qual entramos numa fase de repouso e relaxamento do corpo, com diminuição no nível de consciência e mudanças na atividade elétrica cerebral. Essas mudanças na atividade cerebral fazem com que o sono apresente ciclos com estágios diferentes: temos o estágio de sono não-REM, dividido em estágios N1, N2 e N3; e o estágio de sono REM. Os estágios N1 e N2 são considerados de sono mais superficiais, enquanto os estágios N3 e REM são de sono mais profundo. Esses últimos dois são os mais importantes para o sono restaurador. 
 
O tempo de sono também é algo que deve ser levado em consideração. “O tempo ideal de sono é muito variável para cada indivíduo. O principal parâmetro que levamos em consideração é a forma como a pessoa acorda no dia seguinte, se teve um sono restaurador ou não. Mas sabemos, também, que diferenças ocorrem com a idade, pois as pessoas vão tendo necessidades médias de sono diferentes com o passar dos anos”, explica o médico. Ainda segundo ele, as crianças têm uma necessidade de sono maior, chegando o recém-nascido a dormir até 18h por dia, enquanto os pré-escolares dormem até 12h. “O adolescente também apresenta uma necessidade maior de sono, podendo dormir cerca de 10h, além do fato de dormir mais tarde e levantar mais tarde. Já a média de sono para a população adulta é de cerca de 8h, mas como já disse, existem pessoas com necessidades maiores ou menores. Os idosos, por exemplo, dormem menos tempo, de 5h a 8h e, ao contrário dos adolescentes, dormem mais cedo e levantam-se mais cedo também”, diz. 
 
Em Franca, a maior parte das reclamações têm relação com insônia, ronco e apneia. “Por ser especialista na área de medicina do sono, acabo atendendo uma amostra de pacientes com mais queixas relacionadas aos distúrbios do sono. As mulheres são a maioria com queixas de insônia, enquanto os homens apresentam mais reclamações relacionadas aos distúrbios respiratórios do sono, ou seja, ronco e apneias”, diz Dr. Martori, que destaca, ainda, o fato de que as mulheres que o procuram têm a insônia como diagnostico relacionado, principalmente, a distúrbios emocionais, como depressão e ansiedade. 
 
Mas quando é o momento de buscar ajuda especializada? De acordo com Dr. Martori, a pessoa deve procurar um médico quando perceber que não está conseguindo ter um sono de boa qualidade. “Se você acorda cansado no dia seguinte, apesar de ter dormido uma quantidade de tempo satisfatória, ou apresenta um sono muito agitado com sudorese, taquicardia, presença de roncos e pausas respiratórias durante a noite, chegou a hora de pedir auxílio. Outras situações importantes que devem ser levadas em consideração são cefaleia matinal, alterações de humor, dificuldade de memória, atenção e concentração, além, é claro, da sonolência excessiva diurna com comprometimento das atividades rotineiras”, conclui. 
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