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Médico da Unimed Franca fala sobre Fevereiro Laranja

Mês destaca a leucemia, um tipo de câncer

09/02/2021 12:32 | Última Atualização 09/02/2021 12:33

​Com certeza você já ouviu falar em leucemia. Se nasceu antes ou por volta dos anos 1990, deve lembrar da novela de Manoel Carlos, veiculada em 2000, em que a jovem Camila, interpretada por Carolina Dieckmann, aparece em uma cena dramática raspando os cabelos por decorrência do tratamento de quimioterapia, indicado em alguns casos no combate à leucemia. 

Mas o que é essa doença que tanto assusta? A leucemia é um tipo de câncer maligno que afeta os glóbulos brancos e, geralmente, tem origem desconhecida. Sua principal característica é o acúmulo de células doentes na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. 
 
A medula óssea é onde são fabricadas as células sanguíneas. Ela ocupa a cavidade dos ossos e é popularmente conhecida como tutano. Nela são encontradas as células que dão origem aos glóbulos brancos (leucócitos), aos glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e às plaquetas. 
 
“Leucemia é um nome que se dá a um conjunto de cânceres que atingem os glóbulos brancos do sangue, comprometendo o sistema de defesa do organismo. Assim, quando a célula não funciona de forma adequada, multiplica-se mais rápido e morre menos do que as células normais. Dessa forma, as células sanguíneas saudáveis da medula óssea vão sendo substituídas por células anormais cancerosas”, explica o Dr. Marco Antônio Benedetti Filho, médico hematologista da Unimed Franca. 
 
Ainda segundo Dr. Benedetti, existem diversos tipos de leucemias que podem ser agrupadas de acordo com os tipos de glóbulos brancos que elas afetam, que podem ser linfoides ou mieloides. Porém, quatro são mais comuns: leucemia linfoide crônica, que afeta as células linfoides e que acomete, principalmente, pessoas acima dos 55 anos; a leucemia linfoide aguda, mais comuns em crianças pequenas; a leucemia mieloide crônica, que afeta as células mieloides e também atinge adultos; e a leucemia mieloide aguda, que pode afetar crianças e adultos. 
 
No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), atualmente a leucemia é o 9º câncer mais comum entre os homens e o 11º entre as mulheres. São mais de 10 mil novos casos por ano no país. Mas a detecção precoce para um tratamento eficaz pode fazer grande diferença nos resultados. Além disso, a avaliação do paciente é, inicialmente, simples, com exames de sangue de rotina. 
 
Dr. Benedetti esclarece que alguns sintomas podem aparecer cedo. “O paciente com leucemia aguda pode apresentar anemia, fraqueza, cansaço, febre, infecções frequentes, perda de peso sem motivo aparente, aumento do fígado ou do baço, manchas vermelhas na pele ou surgimento de hematomas, transpiração excessiva e sangramento nasal recorrente. Já no caso de uma leucemia crônica, o paciente pode ser assintomático, ou seja, não apresenta sintomas”, explica o médico. 
 
O tratamento para leucemia pode variar de acordo com cada tipo e o médico leva em consideração muitos fatores, mas normalmente incluem o uso de medicamentos orais, quimioterapia e até transplante de medula óssea. “Os cuidados são diferentes em cada tipo de leucemia e precisamos também avaliar a melhor forma de lidar com o paciente, afinal, o diagnóstico da doença pode ser devastador para muitas famílias”, comenta o médico. 
 
O transplante de medula óssea é um dos principais tratamentos propostos para leucemia e consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma medula saudável. Esse transplante pode ser realizado com a medula do próprio paciente ou de um doador. 
 
“Em Franca, uma importante modalidade de doação de órgãos, facilmente acessível a todos é a realização do cadastro como doador de medula óssea. Este cadastro pode ser realizado no Núcleo de Hemoterapia da cidade”, destaca Dr. Benedetti. 
 
Para fazer este registro, é importante que a pessoa goze de boa saúde e tenha entre 18 e 55 anos de idade. Então, é feito um cadastro administrativo e colhida uma amostra de sangue, como qualquer outro exame de laboratório. Essa amostra é encaminhada para o Hemocentro de Ribeirão Preto, onde é realizado o exame de HLA (exame de histocompatibilidade) e o resultado é encaminhado para o Redome (Registo Nacional de Doadores de Medula Óssea). 
 
O médico destaca a importância de se cadastrar como doador de medula óssea. “Pode ser que uma, entre as milhares de pessoas que necessitam de um transplante, tenha apenas a minha ou a sua medula compatível, o que nos torna a única chance de sobrevivência de alguém que está em algum lugar do Brasil”, diz. 
 
Da mesma maneira que é importante fazer o cadastro como doador de medula óssea, é fundamental manter o cadastro sempre atualizado. Quando mudar de endereço ou de telefone de contato, é importante informar ao local onde foi realizado o cadastro. “É frequente no Brasil ocorrer de ter um receptor compatível, mas o Redome não conseguir localizar o doador cadastrado por mudança de telefone e de endereço”, alerta o hematologista. 
 
Fevereiro Laranja 
O mês de fevereiro foi escolhido para conscientizar a população sobre a leucemia e a importância de se tornar um doador de medula óssea. A Campanha Fevereiro Laranja também busca informar sobre o diagnóstico precoce da doença. No estado de São Paulo, a campanha foi instituída pela Lei N° 17. 207, de 12 de novembro de 2019. 
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