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Prematuridade também é lembrada em novembro

Médico da Unimed Franca fala sobre as causas e cuidados

17/11/2020 11:56 | Última Atualização 17/11/2020 12:58

​​Novembro é o mês das cores quando o assunto é saúde. Além do azul para o Mês de Combate ao Câncer de Próstata e valorização da saúde do homem, temos o Novembro Roxo, como alerta quanto à prematuridade e os perigos do nascimento de bebês antes dos nove meses de gestação. A lembrança vem de encontro ao Dia Mundial da Prematuridade, celebrado em 17 de novembro. 

De acordo com o Ministério da Saúde, 1 em cada 10 partos no Brasil são prematuros, ou seja, realizados antes das 37 semanas completas de gestação. Uma média de 340 mil bebês que, em alguns casos, não sobrevivem ou sofrem com algum tipo de sequela. 
 
Para o médico Dr. Fernando Tritto, intens​ivista pediatra da Unimed Franca, as causas para um parto prematuro são inúmeras. “Estão em maior risco para trabalho de parto prematuro as mulheres que já passaram por um parto prematuro, que estão grávidas de gêmeos ou múltiplos ou com história de problemas de colo do útero ou uterinos. Além disso, outros fatores podem levar ao parto prematuro, como a ausência do pré-natal, fumo, álcool, drogas, estresse, infecções do trato urinário, sangramento vaginal, diabetes, obesidade, baixo peso, pressão alta ou pré-eclâmpsia, distúrbios de coagulação, algumas anomalias congênitas do bebê, gestações muito próximas (menos de 6 a 9 meses entre o nascimento de um bebê e ficar grávida novamente), gravidez fruto de fertilização in vitro e idade menor de 17 anos e acima de 35”, explica. 
 
Ainda segundo o médico, existem várias características que podem impactar no bebê prematuro e que estão intimamente ligadas a uma menor idade gestacional. “Quanto menor a idade gestacional do prematuro, maiores as chances de complicações posteriores. As complicações que devemos estar sempre atentos dizem respeito à hemorragia pulmonar, fenômeno em que ocorre sangramento no pulmão do bebê e pode levar à óbito, bem como também a hemorragia cerebral, que tende a acarretar sequelas no futuro e ainda durante toda a estadia na UTI Neonatal. O bebê também pode estar sujeito a quadros de septicemia, complicação infecciosa que pode ser fatal. A luta para um prematuro é árdua”, diz. 
 
Mas nem todo bebê que nasce prematuro necessita obrigatoriamente ficar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Alguns, principalmente com idade gestacional após 34 semanas podem ficar alojados em berçário ou até mesmo com a mãe na maternidade. Isso também é válido ao termo precoce, entre 37 e 38 semanas. Na realidade, o que irá determinar a necessidade de internação na UTI após o nascimento é, na grande maioria dos casos, a necessidade de suporte respiratório”, completa o médico. 

O Dr. Fernando Tritto lembra ainda que, mesmo após a alta hospitalar, o bebê prematuro necessita de um atendimento especializado. “Habitualmente, essas crianças necessitam de consultas de rotina com algum profissional que está apto a tratar das complicações relacionadas à prematuridade, como exemplos: doença metabólica óssea, broncodisplasia, hemorragia intracranianas, entre outras”, comenta.  

A luta do bebê e da família não se detém apenas ao período de UTI Neonatal. Ele explica ainda que, uma criança está apta a ter alta da UTI quando possuir peso adequado, mais que 1500 gramas, e com plena alimentação, seja por sonda ou via oral ou, dependendo da idade gestacional, sugando seio materno. “A alta também é dada quando o recém-nascido se encontra em condições de equilíbrio em relação ao seu quadro pulmonar, gastrointestinal e cardiovascular”, explica. 
 
De acordo com a Rede Nacional da Primeira Infância, hoje a prematuridade é a principal causa de mortalidade infantil no Brasil, que é décimo no ranking mundial da prematuridade. Nesse sentido, a Associação Brasileira de Pais e Familiares de Bebês Prematuros vem reforçando o papel essencial que a amamentação e o leite materno têm para a saúde dos prematuros, com impacto positivo para o seu crescimento e desenvolvimento saudável, além da qualidade de vida durante a primeira infância até a fase adulta. 
 
“O aleitamento materno é parte fundamental para o bebê prematuro. É por meio do leite da mãe que o recém-nascido começa a receber uma importante carga de imunidade. Com o advento da colostroterapia, que nada mais é do que pingar gotas de leite materno na boca do bebê, estimula-se precocemente a imunidade dessa criança até que se consiga ir alimentando-a progressivamente. O início da dieta dá-se já nos primeiros dias de vida e vai sendo aumentada de acordo com o tamanho e peso do bebê”, completa Dr. Tritto. 
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